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A História da Caixa de Velocidades Automática

A partir de 1940, o uso da embraiagem hidráulica estendeu-se muito rapidamente entre os fabricantes de automóveis americanos, sistema que já tinha sido aplicado, cerca de dez anos antes pelos construtores ingleses.

Nos Estados Unidos procurava-se um automatismo para a mudança de velocidade que oferecesse ao motorista mais comodidade e que pudesse aumentar a suavidade na transmissão da força do motor para as rodas. O êxito foi tal que, muito embora fosse vendido como opcional em muitas marcas, cerca de 70% dos automóveis vendidos na América durante o final da década de 50 eram munidos de transmissão automática.

A partir do início da década de 60 podia-se adquirir este sistema já na Europa, especialmente nos automóveis Ingleses.

Os principais sistemas automáticos desenvolvidos na altura, para as caixas de velocidades foram os seguintes:

- O turbo embraiagem com uma caixa de velocidades por meio de engrenagens deslocáveis de comando semi-automático e embraiagem mecânica de disco seco, com o respectivo pedal.

- O turbo embraiagem com uma caixa de velocidades de engrenagens planetárias, totalmente automática, accionada pela força hidráulica, de acordo com a posição do acelerador e combinada com a velocidade do automóvel.

- O conversor de binário com caixa de planetários, praticamente automática. Os primeiros modelos deste tipo foram utilizados nos autocarros ingleses Leyland, e de seguida pelos autocarros da General Motors nos Estados Unidos. Posteriormente foram montadas, com pequenas variações em todas as marcas americanas. Na Europa, este sistema foi também o mais aplicado, nos modelos grandes e médios, mas apenas sob encomenda.